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17 de abril de 2024

A tecnologia aliada à nutrição vegetal

Cada vez mais, a tecnologia é utilizada nos diversos setores, onde a agricultura não é exceção. Aqui, torna-se tecnologia aliada à nutrição vegetal.

Num mundo onde a tecnologia é uma ferramenta obrigatória e indispensável na vida quotidiana dos indivíduos, a mesma torna-se transversal a todos os setores, incluindo o agrícola.

Assim sendo, considerando toda a panóplia de opções que a tecnologia oferece, esta traz com ela vários desafios: alimentar a população mundial que está em crescimento, cumprir com os objetivos do desenvolvimento sustentável definidos pela UE, tentando, ao mesmo tempo, desmistificar e clarificar um conjunto de perceções erradas na sociedade sobre a agricultura e o setor onde está inserida.

Relativamente ao Pacto Ecológico Europeu, a União Europeia dinamizou a “Estratégia do Prado ao Prato” de modo a retardar a perda de biodiversidade e reforçar a sustentabilidade da cadeia alimentar. Foram vários os objetivos apresentados, salientando-se a diminuição da utilização de fertilizantes e pesticidas em 20 e 50%, respetivamente até ao ano de 2030.

Posto isto, para compreender o tipo de soluções, é crucial que exista um conhecimento do solo e de todo o sistema complexo que o compõe. Um exemplo de uma das soluções que se procura na fertilização é a incorporação de tecnologia que possibilite o aumento da eficiência dos nutrientes aplicados.

Em diversas empresas, como a Fertinagro Biotech, desenvolvem-se Planos de Fertilização Integral (PFI) personalizados a cada situação, relativamente à cultura, clima e solo, com uma atenção especial pela componente microbiológica da rizosfera. 

Com estes Planos, pretende-se reduzir as Unidades de Fertilizante fornecidas e aumentar a rentabilidade da cultura.

 

Fonte: Voz do Campo